Quarta-feira, 27 de Setembro de 2006

Conversa com ...o autor do livro do Besteiros F. Clube

Conversa com…
 
Oitenta e sete anos de história. Não interessa saber se é uma história de sucesso. É sobretudo uma história rica de acontecimentos, projectos numa envolvência que se estendeu a todo o vale de Besteiros.
Numa conversa reflexiva que poderia ter ocorrido a olhar um lago, vendo a nossa imagem reflectida, respondendo algumas interrogações que se levantam sobre a publicação do livro “Besteiros Futebol Clube”.
 
Porquê um livro sobre o Besteiros Futebol Clube?
 
Quando algo se cria existe sempre uma razão subjacente à sua criação. O surgir da vontade de escrever um livro sobre o Besteiros povoou o meu pensamento desde pequeno, quando escutava deliciado as estórias de antigas “estrelas” do clube. Senti, desde sempre, a importância que representava o Besteiros e o orgulho sentido em representar a sua camisola. Hoje, lamento não ter tomado notas daquelas conversas bastante agradáveis.
Nos nossos duas poderá não ser tão presente, mas denotava-se que o clube era o estandarte de uma luta do vale de Besteiros contra o centralismo municipal.
 
Alguns afirmam que faltam fotografias a “contar” a história do clube.
Concordo, porque o livro seria mais interessante se tivessem sido publicadas mais fotografias. Infelizmente, para além do clube não ter um arquivo documental, nem foi opção arranjá-lo nos últimos anos, houve uma grave avaria com o disco rígido onde se encontravam alojados grande parte dos documentos fotográficos, a maioria arranjado por mim. Enfim, penso que será uma lacuna, mas foram publicadas as possíveis.
 
Como decorreu o interesse por adquirir o livro?
 
 A procura do livro pode-se considerar satisfatória, mesmo partindo do pressuposto que estamos num país com fracos hábitos de leitura. Poderia também a divulgação ter sido feita de outra forma, mas é o que temos. Acho que não se compreendeu muito bem a importância deste livro para o Vale de Besteiros e para o clube. Também, a minha actividade profissional não me permite estar as vezes que queria em Campo de Besteiros. Aproveito a oportunidade para afirmar que muitos de nós não dão valor à nossa terra, nem a nossa gente. Mas ao passar-se o Alto do Coelhoso, o olhar torna-se diferente e o respeito é outro pelas nossas raízes.
 
Outras histórias podiam ser publicadas?
 
Muitas outras histórias ficaram por contar, algumas histórias bastante interessantes, mas existiu sempre a preocupação de escrever um livro sobre a história do Besteiros, onde tudo publicado foi devidamente comprovado com documentos.
 
O tempo de duração do trabalho?
 
Quatro anos de pesquisa, principalmente com o sacrifício das férias do Verão, mais um ano a redigir o texto e um ano a preparar a sua publicação.
Tenho muito orgulho naquilo que escrevi. Alguns poderão achar que esta obra não tem interesse, outros sentirão que teriam feito melhor. São questões que não me preocupam. O livro resultou do meu trabalho e do apoio manifestado por alguns besteirenses que mencionei na referida obra..
             
 
publicado por besteiros às 09:42
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Besteiros Futebol Clube - oitenta e sete anos!

O nascimento...
            Na entrada do terceiro milénio, e passados oitenta anos do nascimento do Besteiros F. C., é difícil descobrir os factores que conduziram à sua fundação.
            Não vamos começar a analisar os antecedentes próximos da formação do Besteiros, mas sim procurar no tempo, justificação para o surgir da paixão pelo futebol e o desejo de fundar um clube.
            Nos primeiros anos do século XX, mais precisamente a partir da implantação da República, a diáspora portuguesa acentuou-se e foram milhares de portugueses que demandaram outras paragens à procura de melhores condições de vida. Nessa grande movimentação de gente, participaram também naturais de Campo de Besteiros que procuraram construir o seu futuro no Brasil, destino preferencial dos portugueses. Outros, porém, ficaram dentro da pátria lusitana, nas cidades de Lisboa e Porto, em busca do impulso necessário para a concretização dos seus sonhos.
            Ao deixar-se a terra natal, reforça-se o sentimento de bairrismo e de ligação ao lugar onde se nasceu e se deram os primeiros passos. O sonho de uma vida melhor reforça o amor à sua terra e provoca a vontade, se a vida permitir, de contribuir para o seu progresso.
            De encontro a esta linha de pensamento vem um artigo de Rodrigues Teles, no jornal “Sports”, na secção Sinfonia Nortenha de Fevereiro de 1940, que afirmava “...há mais de uma vintena de anos, possivelmente brincava-se ao futebol na antiga povoação de Campo de Besteiros, sentada aos pés da Serra do Caramulo”. O fomentar dessa paixão, na opinião do articulista deveu-se a “...uns rapazes que no Porto ou em Lisboa se empregaram, mas viram a luz do sol no famoso vale besteirense e levaram para ali o “vício” em dias de férias”. O futebol, nessa altura, já tinha grande divulgação nas grandes cidades.
            Essas pequenas brincadeiras contribuíram para que a popular modalidade começasse a ganhar raízes e a conquistar adeptos. Nas tertúlias já se discutia futebol e falava-se nos clubes das grandes cidades.
Segundo Rodrigues Teles surgiu “...uma tentativa impulsionada por Avelar Úria Leitão de fomentar mais assiduamente a prática da modalidade”. Esse impulso inicial não teve grande continuidade, porque a prática do futebol limitava-se segundo o articulista a “... uns ensaios de futebol, com pontapés de Tavares Bastos, Júlio Cardoso (jogadores do F.C. Porto), que por ali estiveram em descanso, de Arnaldo, Rogério, Rafael e Alberto Ramos, ligados à terra por laços de família, Avelar e Alfredo Leitão, Calisto Brito. etc..”
            Interpretando o que nos chegou, achamos que os fundadores ou os principais impulsionadores do clube devem ter sido Avelar Úria Leitão, Baltazar Ferreira e Américo Augusto Cruz. O “Ecos de Besteiros”, num artigo sobre a fundação do Besteiros F. C., aponta como fundadores esses mesmos três nomes. Este artigo é baseado em testemunhos orais e, por isso, deve ter algum fundamento.         
            Mesmo limitando-se a pequenas brincadeiras, estavam dados os primeiros passos e lançadas as sementes à terra que mais tarde iriam germinar.
            Campo de Besteiros, na altura progressiva aldeia da freguesia de Santa Eulália, revelava, como já constatámos, no dealbar dos anos vinte, grande abertura à prática desportiva e à constituição de associações, com vista a reforçar o espírito comunitário e potencializar a força e o dinamismo da sua juventude. Dentro deste espírito, não foi de estranhar o aparecimento de um grupo dedicado ao futebol.
            A data apontada para a fundação do Besteiros é 27 de Setembro de 1919, surgindo esta referência na bandeira do clube.
            Oitenta sete anos passaram. A História continua…
                                                            J.C.D.
publicado por besteiros às 09:40
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Terça-feira, 26 de Setembro de 2006

Besteiros 1 Parada de Ester 4

Campo da Corte, em Campo de Besteiros
ARBITRO - Vitor Silva, Auxiliado por André Ferreira ( Bancada) e Rodrigo Pina (Peão), equipa que viajou de Carregal do Sal.
BESTEIROS - Márcio, João Paulo I (Daniel 35m), Pizarro, Nogueira, Diogo, Jacinto (Paulo Lourosa 72m), Zé Russo (Cap.), Fábio, Pedro Pomar, Edgar ( Mário 61m) e João Paulo II.
supelentes não utilizados -   Luis Dias, Renato e Raul.
DISCIPLINA - Cartão amarelo exibido a Pedro Pomar.
TREINADOR - Carlos Pratas.
 
PARADA ESTER - Luis Miguel, Várzea (Carneiro 45m), Rafael, Roberto, Paiva, Monteiro, Patrick, (Pinto 53m), Martins (Cap.), Simões, Miguel (Mota 71m) e Luis Carlos.
SUPELENTES NÃO UTILIZADOS - Loureiro, Duarte, Tiago e Seixas.
DISCIPLINA - Cartão amarelo exibido a Várzea, Roberto e Monteiro.
treinador - António Figueiredo.
 
Numa tarde de Outono bastante chuvosa e com reduzida assistência realizou-se no Campo da Corte em Campo de Besteiros, a 1.ª eliminatória da Taça dos Sócios de Mérito da A.F. Viseu, pondo frente a frente as equipas do Besteiros e do para da de Ester.
A bola de saída pertenceu à equipa visitante que a perdeu a meio campo para Zé Russo que sofre falta. Na marcação do respectivo livre a bola vai a figura do guarda redes Luis Miguel. Imediatamente a seguir o guarda redes Márcio poderia ter posto a sua baliza em perigo, depois de um atraso de um colega de equipa, pois tentou fintar um adversário, a bola prendeu numa poça de água e daí a tal situação de apuro para a baliza do Besteiros, valendo na circunstância um colega de equipa que afastou a bola para longe.
Aos 5 minutos de jogo e depois de uma grande confusão na área do Besteiros, o Parada de Ester faz o 1º golo do encontro. À passagem do minuto 14 Patrick do lado direito centra para a área defendida pelo Besteiros e Simões eleva a contagem para 2 a 0. A equipa forasteira mostra-se uma equipa mais experiente e aos 15 minutos leva de novo perigo à baliza de Márcio, com este a ver a bola a embater no poste direito da sua baliza. A equipa Besteirense muito raramente se acercava do baliza contrária e só aos 28 minutos o consegue fazer com algum perigo, porém o lance termina por falta sobre o guarda redes. À passagem da meia hora entrou-se num período de parada e resposta com bola cá bola lá e o intervalo chegou com a equipa da casa a perder por 2 bolas a 0.
No inicio da segunda parte o Besteiros entrou com o intuito de dar a volta ao resultado, mas foi o guarda redes local que aos 57 minutos nega o golo, com uma boa intervenção aos pés dum avançado visitante .João Paulo II de seguida centra para a área e Pedro Pomar remata de cabeça ao lado. Aos 61 minutos mais uma boa intervenção do guarda redes local, para de imediato João Paulo II rematar à figura do guarda redes visitante. No minuto 72, o Parada de Ester em contra ataque, apanha a defesa da casa em contra pé e facilmente faz o 3 a 0. De seguida é Pedro Pomar um dos mais inconformados com o resultado e em iniciativa individual põe em perigo a baliza contrária. Na marcação do canto a bola vai ao poste da baliza do Parada de Ester e depois de vários remates teima em não entrar embatendo no poste direito da baliza de Luis Miguel. O mesmo Pedro Pomar uma vez mais em jogada individual do lado esquerdo, remata cruzado, reduzindo a desvantagem para 3 bolas a 1, não dando hipótese ao guardião contrário.
Aos 75 minutos visitante e mais uma vez em contra ataque marca mais um golo fazendo o 4 bolas a 1 para o Parada de Ester. Já perto do final do encontro Paulo Lourosa, que havia entrado a substituir Jacinto, falha por muito pouco aquele que seria o segundo golo da sua equipa, neste lance teve bastante mérito o guarda redes contrário. E com o resultado favorável à equipa forasteira por 4 bolas a 1 terminou este encontro que deixou pelo caminho a equipa da casa, uma vez que a equipa contrária foi uma equipa mais madura que se adaptou melhor às condições do terreno de jogo, no entanto se o Besteiros tivesse marcado mais um golo na nossa opinião o resultado tivesse sido mais justo, porém tal não aconteceu, mas esperamos muito sinceramente que no próximo fim de semana, uma vez que começa o Campeonato Distrital da 2ª Divisão, a equipa do Vale de Besteiros entre com o pé direito e consiga amealhar os três pontos que irá disputar com a equipa do Farminhão, no Campo da Corte.
Vamos por isso no próximo Domingo ao Campo da Corte apoiar a equipa do Besteiros, para como já referi comece o campeonato da melhor maneira.
Quanto ao trabalho da equipa de arbitragem que veio de Carregal do Sal, com um ou outro erro não teve influência no resultado e quando assim acontece já é bem bom.
 
                                                                                                                      J.A.L.P.  
publicado por besteiros às 11:43
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Sábado, 23 de Setembro de 2006

Besteiros Futebol Clube - oitenta e sete anos de História

 

         

           Oitenta e sete anos passaram. Quando não se dá realce às datas mais significativas de uma instituição corre-se o risco, de outros a votarem no esquecimento. Vinte e sete de Setembro de 1919 deveria ser recordado de uma forma memorável pelos besteirenses e não resumir-se a uma simples lembrança, embora seja sempre significativa, porque por vezes no seu final terá esgotado o seu efeito.

            O Besteiros Futebol Clube é a agremiação desportiva mais antiga do concelho. Esse facto orgulha os besteirenses, mas deveria ser amplamente divulgado. Sentimo-nos muitas vezes esquecidos, quando somos ostensivamente ignorados, ou então quando pela calada sofremos ataques traiçoeiros, como aquela insidiosa notícia(?!!!) sobre a nossa feira.

Por isso é com alguma incompreensão que não se aproveite a oportunidade de ser notícia.

Mas como tudo aconteceu?

A 27 de Setembro de 1919 nasceu mais do que um clube de futebol, foi antes um grito de revolta e de união do vale de Besteiros contra o esquecimento que desde sempre foi votado.

Ao entrar num terreno de jogo, o Besteiros transporta consigo a sua história construída de resultados, mas sobretudo, escrita pela postura e atitude colectiva manifestada pelas suas equipas, em diferentes anos.

O formar dessa vontade colectiva criou a mística do clube. Sentimento difícil de definir, mas que se faz sentir, por vezes em pormenores, mas que são decifráveis por todos. Nessa mística tem papel fundamental a passagem de testemunho entre gerações de futebolistas. Os jogadores mais velhos surgem como veículo transmissor para os mais novos que entram pela primeira vez no clube.

Ao longo da história desportiva do Besteiros sente-se sempre que existe algo de diferente, criador de um espírito de ajuda único. David Duarte Louro, um besteirense de sete costados, definia o lema motivador da equipa, numa frase bastante forte: “ um por todos e todos pelo Besteiros”. Por isso, o Besteiros tem alma, tem uma marca, tem um sentido, uma identidade construída por todos que o representaram, tanto como jogadores ou como dirigentes. Não é um ser destituído de ethos, formado por protocolo ou por decreto.

Na construção dessa mística têm papel fundamental os símbolos do clube: a bandeira, o emblema e o equipamento.

O primeiro símbolo identificativo do Besteiros surge numa fotografia de 1926. Esse emblema está representado numa bandeira, sendo uma cruz que presumo ser a cruz da ordem dos Templários.

Na mesma altura, ainda não se encontrava definido o equipamento do clube. Os jogadores equipavam-se conforme as suas possibilidades. Era o tempo do “vale tudo”. Nessa altura, o importante era jogar.

            Hoje, ao olharmos para as cores do Besteiros, podemos depreender com facilidade a mensagem subjacente à sua escolha. Mas, melhor que as minhas palavras, encontramos a explicação numa carta de David Duarte Louro, datada de 1 de Dezembro de 1954:

“Vou fazer um apelo aos valentes jogadores do Besteiros, para que joguem sempre com ardor, alma, brio e amor pelas suas cores “alvi-rubras”. O branco representa a paz, o vermelho o seu sangue, mas sempre dentro da ordem e disciplina.”

                                                       J.C.D.

 

publicado por besteiros às 16:17
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Estreia do Besteiros F. Clube

 

Será amanhã, 24 de Setembro que o Besteiros Futebol Clube se irá estrear nas competições oficiais ao participar na 1.ª eliminatória da taça de sócios de mérito da A.F. de Viseu.
O Besteiros terá como adversário o Grupo Desportivo de Parada (Castro Daire) realizando-se o encontro no campo Corte, a partir das 16.00h.
Apetece desejar que o Besteiros ente com o pé direito.
É intenção, deste espaço divulgar a crónicas dos jogos do Besteiros. Neste momento esse facto ainda não está concretizado, mas está desenvolver-se esforços para que tal aconteça.

                                                                                                               Jotade

publicado por besteiros às 15:59
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Sexta-feira, 15 de Setembro de 2006

Entrevista ao Presidente do Besteiros Futebol Clube

 
            A nova época desportiva aproxima-se a passos largos. Para melhor conhecermos o projecto do Besteiros Futebol Clube ouvimos em entrevista o timoneiro da direcção, recentemente eleita e empossada. Jorge Marques figura carismática vive o clube com paixão, na linha de outros presidentes que marcaram a história do Besteiros.
 
            Após algum tempo de indefinição sem aparecer uma solução para os órgãos sociais do clube, surge uma lista chefiada pelo anterior presidente. Podemos afirmar que esta direcção é uma mudança na continuidade?
 
           A indefinição e o arrastar pelo tempo, não beneficiam os projectos de quem quer que seja. Mesmo começando tarde, não nos falta motivação, mas confessamos que também aceitámos o desafio com algum espírito de missão.
 
            A época desportiva anterior não se revelou proveitosa para as cores besteirenses. Quais são os objectivos que prossegue para esta época em relação ao Futebol de 11?
 
            No momento a motivação é grande. Se estivermos unidos e trabalharmos com afinco, estaremos em melhores condições para levar de vencida os nossos adversários, que respeitaremos sempre.
Como é óbvio, se nos deixarem, seremos candidatos aos lugares cimeiros.
 
 
            Esta época o campeonato distrital da II divisão regional disputa-se em moldes diferentes. Uma única série abrangendo todo o distrito. Qual é a sua opinião acerca destas alterações?
 
            O novo figurino dos quadros competitivos é pouco aliciante e, a aferir pelos nomes que competem entre si, serão certamente desequilibrados. No que nos diz respeito, a expectativa de duas séries, transformou-se na realidade de apenas uma: felizmente para nós, são poucas equipas da zona norte do distrito.  
 
            No que concerne à equipa, quais são as novidades que o clube apresenta em relação ao treinador e ao plantel?
          O treinador tem formação de nível II, é jovem e apesar da sua juventude, conta já com a experiência de vários campeonatos, ainda que em outros escalões. Pelo que lhe temos visto fazer, estamos a gostar.
A maioria dos atletas transita da época passada, mas são visíveis algumas caras novas que oportunamente mostrarão o seu valor.
 
            O Andebol, modalidade em que o Besteiros tem desempenhado papel de relevo, mas nas duas últimas duas épocas nota-se uma regressão do trabalho desenvolvido. Em que escalões irá participar o clube e que medidas pretende implementar para obstar a esta situação?
            A modalidade está carente de novos praticantes. A secção está atenta e vai empenhar-se na captação de novos talentos, em especial para os escalões de formação. Existe também alguma dificuldade nos escalões de competitivos. Têm surgido outras modalidades a aliciar os atletas, provocando por isso alguma deserção e a consequente dificuldade na manutenção dessas equipas ao nível do que nos habituaram. Na presente época estamos inscritos em: Bambis, Minis, Iniciados e Juniores.  
 
            No próximo dia 27 de Setembro o Besteiros F. C. cumpre mais um aniversário. De que forma vai ser esta data comemorada?
            Dedicamos no dia a dia ao clube, o melhor de nós. A época desportiva exige nesta altura empenho permanente. Não nos sobra tempo para organizar uma comemoração condigna. Mesmo assim e ainda que de forma simples, não deixaremos de comemorar a data. 
          
  Como se define a mística do Besteiros?
               A mística é paixão e orgulho na nossa maneira de ser e estar: As listas verticais do nosso equipamento identificam o carácter das nossas gentes e as cores do nosso emblema irradiam o calor dos nossos sentimentos.    
O lema é lutar sempre até à última gota!   
 
            Que mensagem deixa aos sócios?
            Em primeiro lugar gostaria de transmitir os desejos de um ano de paz e de muitos êxitos desportivos. Em segundo, apelar à participação de todos; nos eventos desportivos e em todas as realizações do clube. Existem muitas maneiras de colaborar. Esperamos por todos.  
                                                                             Besteiro 
 
publicado por besteiros às 09:36
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Sábado, 2 de Setembro de 2006

Órgãos sociais do Besteiros F. C.

Apetece escrever, finalmente fez-se luz. Esta noite (2 de Setembro) continuaram os trabalhos da assembleia-geral do Besteiros que tinha como principal assunto a eleição dos órgãos sociais para a época desportiva 2006/2007.  
Surgiu uma lista encabeçada pelo senhor Jorge Marques que continuará a gerir os destinos do clube. Transcrevemos em seguida a sua constituição:

 
 
Assembleia Geral
Presidente
Anibal Gonçalo Henriques Rodrigues
1º Secretário
António Manuel Vieira Coimbra
2º Secretário
Fernando Marques Viegas
Direcção
 
Presidente
Jorge Manuel Santos Marques
Vice- Presidente
João Manuel Jesus Matos
Vice- Presidente
Mauro Jorge Duarte Martins
Secretário
Paulo Manuel Lopes Pereira Fonseca
Tesoureiro
João Paulo Santos Ferreira
Vogal
Adão Manuel Silva Simões
 
António João Simões Ferreira
 
Carlos Manuel Sousa Carriço
 
Ernesto Jesus Matos
 
Jaime Monteiro Marques
 
João António Quadros Lourenço
 
José Manuel Matos Figueiredo
 
José Miguel M. Geraldo
 
Luis Miguel Lopes Marques
 
Marco Paulo Sousa Ribeiro
 
Paulo Augusto Quadros Lourenço
 
Paulo Jorge Ribeiro Soares
 
 
Conselho Fiscal
Presidente
António Miguel Calheiros Loureiro
Secretário
Armando Antunes Gomes
Relator
António Jose Vasconcelos Santos

            É de enaltecer a postura destes besteirenses que tiveram coragem para dizer presente e continuar a “escrever" a história do nosso clube que é somente o clube mais antigo do concelho de Tondela.Estamos confiantes que o destino do Besteiros está bem entregue deseja-se os melhores êxitos desportivos.

                                                                                                                            Besteiro
publicado por besteiros às 23:05
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Acidente trágico na Ponte da Tabuaça

 

          

             Segundo o Diário Regional de Viseu, ocorreu, na passada sexta –feira (25 de Agosto), um grave acidente de viação em que um carro depois embater nas guardas da ponte da Tabuaça, despenhou-se em seguida no rio, resultando a morte do único ocupante (de nacionalidade estrangeira) do carro.
          Presume-se que o acidente tenha ocorrido devido ao desconhecimento da estrada aliado alguma perigosidade que a referida estrada apresenta naquele local.
        Apesar de ser um pequeno pormenor, erradamente alguns jornais localizaram a Ponte da Tabuaça como pertencente à freguesia de Vilar de Besteiros, quando a mesma, na sua totalidade se encontra na freguesia de Campo de Besteiros.
                                                                                                                          Jotade
publicado por besteiros às 19:19
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Um pouco de história do "nosso mundo"

Mas qual terá sido a origem do “nosso pequeno mundo”?
            Santa Eulália de Besteiros ou Sancta Ovaya de Balistariis deve remontar à época da reconquista cristã. O nome de Santa Eulália aparece mencionado num documento de 960. No que respeita à paróquia de Sancta Ovaya de Balistariis aparece a mesma referenciada nas Inquirições de 1258 e de 1288.
            Numa grande viagem temporal, encontramos Campo de Besteiros, nome atribuído à antiga freguesia de Santa Eulália de Besteiros pelo decreto n.º 16467 de 4 de Fevereiro de 1929. Este decreto oficializou a designação que era assumida pela população já alguns anos. Compreende-se perfeitamente esta evolução, numa terra de grande pendor republicano.
            Nos jornais aparecia Campo de Besteiros ou Besteiros. Embora Campo de Besteiros aparecesse com um significado mais restrito e Besteiros assumia uma área mais lata que englobava as três freguesias confinantes (Campo de Besteiros, Santiago de Besteiros e Castelões).
Assistimos, no presente, a uma tentativa de apropriação do nome Besteiros. O nome serve para tudo, e para tudo tem utilidade.
Na ânsia de procurar um novo rumo, o ter na mão o poder de decidir contra uma política, já na altura centralizadora, levou ao desejo da criação do concelho de Besteiros. Acto que levantou alguma polémica, mas pela leitura dos jornais da época existia uma aceitação tácita. O novo concelho não foi criado, em parte pela mudança do ministro do Interior responsável pela tutela, o que naquele tempo era frequente devido à instabilidade governativa. Pesou também, a decisão da assembleia de freguesia do Barreiro que no último momento não rectificou a sua entrada no novo concelho. Assim, morria o sonho, assim assistiu-se a um concelho com um desenvolvimento a ritmos diferentes.
                                                          Besteiro
publicado por besteiros às 08:44
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Assembleia Geral do Besteiros Futebol Clube

A assembleia-geral do Besteiros Futebol Clube tem a continuação dos seus trabalhos, neste sábado (2 de Setembro) pelas 21.00h, na Casa do Povo de Campo de Besteiros.
Espera-se e deseja-se que nesta assembleia seja eleita a direcção do Besteiros que irá gerir os destinos do clube neste época desportiva.

Para bem do nosso clube será importante a presença dos associados paar reforçar o mandato dos órgãos sociais.

                                                              Jotade

publicado por besteiros às 00:21
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