Quinta-feira, 21 de Dezembro de 2006

SANTIAGO BESTEIROS, 2 - BESTEIROS, 1

 
     Campo de S. Marcos, em Santiago de Besteiros.
            ÁRBITRO - António José Loureiro, auxiliado por Adelino Ferreira (Bancada) e António Gomes (Peão), equipa que viajou de Viseu.
            SANTIAGO - Armando, Pedro (Paulo Vale 56m), Artur Jorge, Correia, Oliveira, Silva (Cap. João Coimbra 82m), Helder, Rei, João Pedro, Ricardo e Lourenço (Rodrigues 67m).
            SUPLENTES NÃO UTILIZADOS - José Miguel, Joel, Simões e Flávio.
            DISCIPLINA - Cartão amarelo exibido a Pedro, Artur Jorge, Correia, Silva, Helder, Rei e Ricardo.
            Cartão encarnado para João Coimbra.
            TREINADOR - Noé Pacheco.
 
            BESTEIROS - Márcio, Daniel, Pizarro, Sá, Marco Paulo, Jacinto, Vitor Bruno, Fábio, Loureiro, Edgar e Mário (Cap.)
.          DISCIPLINA - Cartões amarelos exibidos a Jacinto, Vitor Bruno e Zé Russo.
            Cartão encarnado exibido a Pizarro, Vitor Bruno e Zé Russo (Acumulação de amarelos).
            TREINADOR - Carlos Miguel Pratas.
 
"BESTEIROS PERDE NO MONTE DE S. MARCOS"
            Não foi feliz o Besteiros nesta sua deslocação à vizinha povoação de Santiago de Besteiros, onde defrontou a equipa local tendo perdido por 2 bolas a 1.
            O jogo começou com algumas cautelas defensivas de parte a parte, porém foi a equipa do Besteiros que deu o primeiro sinal de perigo por intermédio de Edgar, que enviou a bola à trave da baliza defendida por Armando com este já batido.
            Aos vinte e sete minutos Vitor Bruno em jogada individual do lado direito e já com o guarda redes visitado fora da baliza remata para o golo, valeu na circunstância um defesa local que evitou o golo. Na marcação de um canto novamente perigo para a baliza do Santiago, aqui esteve em evidência Armando que efectuou uma boa defesa para canto. À passagem da meia hora Daniel remata para nova defesa para canto de Armando. O Besteiros pressionava à procura do golo, o qual veio a surgir aos 35 minutos após a marcação de um canto por Fábio, Pizarro que tinha subido à área contrária de cabeça faz o 1 a 0 para o Besteiros.
            A partir deste momento começou a assistir-se a entradas duríssimas por parte dos jogadores do Santiago, sem que o árbitro do encontro tomasse as devidas providências. E com o resultado favorável ao Besteiros por uma bola a zero atingiu-se o intervalo.
            A segunda metade começou praticamente com o golo do empate, marcado por Ricardo, com muitas culpas para a defesa do Besteiros que permitiu que a bola cruzasse toda a defesa sem que ninguém a interceptasse. A equipa do Vale de Besteiros acusou este golo, no entanto Fábio de livre proporciona a Armando mais uma boa defesa.
            A equipa do Santiago também de livre chega com perigo à baliza de Márcio. O Besteiros continua a pressionar à procura do golo que lhe permitisse trazer os três pontos, mas é o Santiago em contra ataque do lado direito e aproveitando uma má saída do guarda redes Márcio, novamente Ricardo introduz a bola na baliza, fazendo o 2 a 1 para o Santiago.
            Quase a terminar o encontro gera-se uma grande confusão junto ao banco dos suplentes, envolvendo-se jogadores de ambas as equipas bem como de alguns dirigentes, isto tudo porque o Sr. do apito não tomou a tempo as devidas atitudes.
            Quanto ao trabalho da equipa de arbitragem quanto a nós fez uma arbitragem habilidosa e quem saiu mais prejudicado desta arbitragem habilidosa foi o Besteiros, que viu três jogadores seus serem expulsos ao contrário da equipa da casa que viu só um seu jogador expulso e mesmo esta expulsão foi errada pois o jogador em causa nada fez para que lhe fosse exibido o cartão encarnado. Não agradou a ninguém mas especialmente à equipa do Vale de Besteiros.
            No final do encontro assistiu-se a cenas lamentáveis, em virtude de se encontrar um grande aglomerado de público junto às cabines o que permitiu que houvesse um responsável do Besteiros que tivesse que ser assistido. Outra nota negativa deste derby foi que a equipa da casa não tivesse facultado água quente para que os jogadores do Besteiros pudessem tomar o seu merecido banho. Como diz o ditado popular "NUNCA FAÇAS MAL À CONTA DE TE VIR BEM", o que esperarão os jogadores e dirigentes do Santiago quando se deslocarem na segunda volta ao campo da Corte? Talvez banhos de imersão e jacuzy? Outra nota negativa deste encontro foi o facto de não haver luz para a assinatura das respectivas fichas técnicas. Enfim só podemos classificar estas atitudes com apenas três palavras: É DEVERAS LAMENTÁVEL. 
                
 
                                                                                                            L.P.
publicado por besteiros às 09:38
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